O FUTURO PERTENCE ÀQUELES QUE ACREDITAM NA BELEZA DOS SEUS SONHOS.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007



Empresa de Taiwan cria computador ecológico revestido de bambu



Em 1976, Steve Jobs e Steve Wozniak criaram o Apple I, um dos primeiros computadores pessoais, na forma de circuitos montados dentro de uma simples caixa de madeira.A Apple e outros fabricantes de computadores mais tarde começaram a usar revestimentos de metal e plástico em suas máquinas avançadas, mas agora a Asustek Computer, de Taiwan, voltou a encontrar potencial em um computador pessoal cujo revestimento é produzido de outro material natural, o bambu.

O modelo, conhecido como Asus Eco Book, tem revestimento de tiras de bambu laminadas, disponíveis em tons distintos.A colheita do bambu, uma gramínea abundante, flexível, durável e de cultivo rápido, tem menos chance de prejudicar o meio ambiente do que seria o caso com o processamento de madeira de árvores, afirma a Asustek.



O produto continua em estágio de protótipo, e os engenheiros estão estudando para determinar se o bambu é material adequado para laptops, que têm de suportar condições extremas e permitir que o calor gerado pelos microprocessadores e monitores escape.O Eco Book representa um novo rumo para a empresa, que atende a executivos e outros usuários sofisticados com laptops revestidos em couro e falsa pele de crocodilo.



"Originalmente, criamos um laptop revestido em couro", disse Cher Chronis, diretora de comunicações de marketing da Asus Computer International, a subsidiária norte-americana do grupo taiuanês."O laptop se provou muito popular", disse. "Depois disso, era natural que decidíssemos experimentar com outras espécies de material, e escolhemos seguir o caminho ecológico."A Asustek afirma que seus notebooks revestidos de couro não sofreram ataques de ativistas dos direitos animais.Embora quase todos os grandes produtores de computadores estejam tomando medidas para adotar tecnologia mais ecológica, a Asustek está entre as primeiras a lançar um computador revestido em bambu.Pequenas empresas cujos produtos se dirigem a consumidores ecológicos já oferecem mouses, teclados e armações de monitores em bambu.


postado por: samuel araujo

terça-feira, 20 de novembro de 2007

As falsas vítimas.

Ela vive se lamentando, se acha perseguida e enxerga sempre uma conspiração em andamento. Quem não conhece uma pessoa assim, no trabalho? Ela é aquela figura que adora se fazer de vítima,

No mercado de trabalho, existem muitas vítimas: vítimas de discriminação por idade, vítimas de assédio moral e vítimas dos mais variados preconceitos. Mas também existem pessoas que não são vítimas, elas apenas se fazem de vítimas.

São pessoas que acreditam que existe uma conspiração contra elas. Ficar se fazendo de vítima nunca ajuda uma carreira profissional. Pelo contrário, só atrapalha.

Existem muitos exemplos. Vamos falar de três. Primeiro exemplo: é duro aceitar que alguém com menos idade, com menos tempo de casa ou com menos estudo foi promovido, porque demonstrou mais competência. Pode até ser que um ou outro não merecesse a promoção, mas em nove de dez casos, as promoções são justas.

Segundo exemplo: “Não tenho mais chances, porque passei dos 40 anos". Na maioria dos casos, o problema não é de idade, é de atualização. Profissionais que não estudaram o que deveriam e quando deveriam foram ultrapassados pelos que estudaram.

Terceiro exemplo: "Tenho um armário cheio de diplomas, já espalhei milhares de currículos, mas não sou chamado para uma miserável entrevista. Só consegue um bom emprego quem é protegido".

É verdade. Mas isso não é protecionismo. É o uso eficiente de uma boa rede de contatos. Quem se faz de vítima prefere criticar as regras em vez de se adaptar a elas. De modo geral, fazer-se de vítima é pecar por omissão. É deixar de fazer o que pode ser feito e colocar a culpa por tudo o que acontece ou não acontece em um grupo vagamente chamado de "os outros".

Resumindo: quem quer ter uma boa carreira profissional procura caminhos. Quem se faz de
vítima encontra desculpas.


Por: katyane Sampaio

domingo, 18 de novembro de 2007

Fazer economia não significa poupar


Artigo escrito por Álvaro Borba Modernell.


Fazer POUPANÇA e fazer ECONOMIA embora sejam atitudes parecidas, à primeira vista, são coisas diferentes em seus princípios. COMPREENDER A ESSÊNCIA DESSA DIFERENÇA PODE SER A CHAVE PARA O SUCESSO NA ARTE DE ACUMULAR DINHEIRO E PATRIMÔNIO. Não percebê-la pode representar uma barreira para o sucesso financeiro.


Há muita gente que, apesar de economizar muito, não consegue juntar dinheiro. São pessoas que economizam, mas não poupam. Para facilitar o entendimento dessa sutil e importante diferença, podemos assumir que a ECONOMIA está relacionada aos gastos, enquanto que a POUPANÇA se relaciona com os rendimentos, inclusive aqueles provenientes das economias. Ainda para caracterizar as diferenças entre esses dois fundamentos financeiros, vamos dizer que a ECONOMIA se faz reduzindo os gastos em alguma coisa, porém sem importar se o que foi economizado seja gasto posteriormente, ou até mesmo desperdiçado de outra forma. Seria como economizar no almoço, para gastar no jantar. Por outro lado, a POUPANÇA é feita com objetivos mais definidos, geralmente associados à acumulação de patrimônio ou à realização de sonhos e desejos, normalmente não imediatos.
É claro que o ideal é fazer com que essas duas atitudes andem juntas, uma completando a outra. Se as finanças pessoais fossem representadas por um time de futebol, diríamos que a economia seria o ataque e a poupança a defesa. O time só vai ter sucesso se os dois atuarem bem. Se o time tiver um ataque efetivo, mas falhar na defesa, pode fazer muitos gols, porém o time sofrerá outros tantos. Se a defesa for ótima, mas o ataque não funcionar, o jogo não sai do zero a zero. Portanto, fazer ECONOMIA e não fazer POUPANÇA, não leva ninguém a acumular riquezas.
Quando falo em fazer POUPANÇA, é bom que fique claro que não me refiro à modalidade de investimento denominada Caderneta de Poupança. Esta pode ser apenas uma porta de entrada para os investimentos. Não deve ser considerada como a base para o acúmulo das suas economias, até porque é um dos investimentos que pior remunera. POUPAR não implica apenas deixar de gastar. POUPAR significa planejar os gastos, com ECONOMIA, para viabilizar o consumo ou a aquisição de coisas importantes no futuro, eventualmente sacrificando outras ao longo do percurso.


Perceber a sutil diferença entre economizar e poupar pode contribuir para que as suas ECONOMIAS se transformem em POUPANÇA, e que a sua POUPANÇA ajude você a realizar seus sonhos e a ter uma vida financeiramente mais tranqüila.




Por: Lilian Calacina

Como vai o negócio dos seus sonhos?


Artigo escrito pelo leitor Enio Luiz Vedovello.


Este texto pretende dar algumas dicas para você que pretende ser seu próprio patrão. Seu négocio. Você já sabe que é preciso avaliá-lo e planejá-lo antes de começar, certo? Isso evita futuros aborrecimentos e dores de cabeça. Quero falar sobre isso. Antes, reitero que não tenho formação administrativa. O que vou expôr aqui é baseado nas poucas noções que recebi durante a faculdade, no bom senso e na experiência de vida.
Dito isso, peço que algum administrador (de fato) complemente, corrija e colabore com este texto. Sinta-se livre, eu e os demais leitores queremos continuar aprendendo. Bom, uma demissão, uma indenização e um sonho são algumas das razões que levam diversas pessoas a criarem suas empresas. “Cansei de trabalhar para os outros”, “não quero mais receber ordens de ninguém” ou “quero ganhar mais dinheiro” são frases comuns nesses casos.
Não quero questionar a validade das razões, mas é importante lembrar que decisões excessivamente emocionais podem ser perigosas. Como o
Navarro sempre diz, dinheiro e emoção não combinam. Envolvidas pela emoção, as pessoas comumente se esquecem de dois detalhes fundamentais: planejamento e bom senso. Sem estes detalhes, acabam tornando-se sérias candidatas à quebradeira, falência e frustração. O detalhe está na preparação ante a decisão.
Certo, entendi. E daí, o que eu tenho de fazer?Aqui enumero alguns passos básicos que julgo importantes e inerentes à questão:


1. Conhecer o negócio (o desafio): muita gente se entusiasma ao ver outras pessoas se dando bem em atividades aparentemente fáceis e resolve seguir o mesmo caminho. Ah, se fosse fácil assim. Quem não se lembra da moda de querer ter uma pousada na praia? Pois é, passou! Cada negócio tem suas particularidades e “manhas” e o mínimo que o futuro empresário deve fazer é procurar conhecê-las antes de se aventurar. Quem sabe repensar o ramo pretendido de atuação não seja uma idéia melhor? Abrir um negócio significa ter que responder questões difíceis, prepare-se.


2. Conhecer o mercado: ter um carrinho de cachorro-quente funcionando na saída do Morumbi em dia de clássico, ou de show de rock, pode ser garantia de bons lucros. Mas e os outros dias, como fica? Ou nos períodos do ano sem campeonato? Vale a pena preparar-se para uma multidão e correr o risco de perder mercadoria? Ou de ter menos capacidade de vendas e perder clientela? Quem são seus concorrentes?


3. Conhecer a localização: se você conseguir ter o primeiro trailer da saída do estádio, pode ter grande chance de sucesso. Será que se você for o vigésimo trailer, terá o mesmo sucesso? Um trailer na rua de trás vai vender tanto quanto o outro na saída do estádio? Ponto é (muito) importante. Você deve ser o primeiro a se perguntar: onde?


4. Estabelecer diferenciais: conhecendo melhor o negócio, o mercado e o ponto, você deve ser capaz de estabelecer diferenciais que levem a clientela até você. Mais, você precisa realizar a segunda venda, a terceira etc. Vender de novo é difícil. Como? Serviços de entrega e marketing eficientes, produtos de qualidade, atendimento personalizado, respeito, honestidade e por ai vai. Sem diferencial, sem clientes.


5. Saber a diferença entre faturamento, lucro e pró-labore: muita gente começa um negócio, vende uma determinada quantia e acha que “ganhou” aquele dinheiro e pode fazer dele o que quiser. Engano terrível. Desse dinheiro que entrou (faturamento) é preciso tirar a amortização do investimento inicial, a reposição de mercadorias vendidas (giro) ou matérias primas consumidas, as despesas fixas, custos de produção, depreciação, impostos etc. O que sobra depois de tudo isso é o lucro (grosso modo). E parte deste lucro ainda deve ser utilizada para ampliação do próprio negócio. Ih, ficou só com um pouquinho nas mãos? Ninguém disse que seria fácil.


6. Não ter medo de trabalhar: ter um negócio próprio não é nenhuma garantia de viver num mar de rosas. Na maioria das vezes, é sinônimo de trabalho árduo e mais pesado e dedicado que na época do emprego e do salário fixo. Nenhuma empresa de destaque nasce da noite para o dia. Aceite que a sua empresa não vai ser um grande sucesso desde o primeiro momento. Essa é a graça e o retorno será proporcional ao seu esforço. Trabalhar para si mesmo exige disciplina e atenção redobrada. Reinventar-se faz parte do dia-a-dia de um grande empresário.


Por: Katyane Sampaio

Dica de Livro: O Melhor Conselho Sobre Investimentos que eu já recebi


O que pessoas bem-sucedidas têm a falar sobre dinheiro?


A idéia do livro é bem interessante. Reunir, de forma sucinta e objetiva, depoimentos e conselhos sobre investimentos dos mais variados empresários, executivos e profissionais do mercado norte-americano. CEOs, diretores e fundadores de grandes empresas dão sua visão sobre aplicações, mercado de ações e relembram boas (e velhas) dicas dadas por seus pais e avós, que parecem funcionar até hoje. Ainda bem. Ah sim, também encontramos depoimentos de brasileiros do nível de Roberto Irineu Marinho, Mauricio Botelho, Roberto Setubal e Emílio Odebrecht.




Por: Katyane Sampaio

sábado, 17 de novembro de 2007

O Significado Simbólico de Administração

O SÍMBOLO DA PROFISSÃOO Símbolo escolhido para identificar a profissão do administrador tem a seguinte explicação justificada pelos seus autores. O quadro como ponto de partida: uma forma básica, pura, onde o processo de tensão de linhas é recíproco. Sendo assim, os limites verticais/horizontais entram em processo recíproco de tensão."Uma justificativa para a profissão, que possui também certos limites em seus objetivos: organizar, dispor para funcionar, reunir, centralizar, orientar, direcionar, coordenar, arbitrar, relatar, planejar, dirigir, encaminhar os diferentes aspectos de uma questão para o objetivo comum"."O quadro é regularidade, possui sentido estático quando apoiado em seu lado, e sentido dinâmico quando apoiado em seu vértice (a posição escolhida)"."As flechas indicam um caminho, uma meta, a partir de uma premissa, de um princípio de ação (o centro)"."As flechas centrais se dirigem para um objetivo comum, baseado na regularidade (...) as laterais, as metas a serem atingidas".PEDRA DO ADMINISTRADOR"A pedra do Administrador é a safira azul-escuro, pois é a cor que identifica as atividades criadoras, por meio das quais os homens demonstram sua capacidade de construir para o aumento de suas riquezas, tendo em vista suas preocupações não serem especulativas".

Marco Takano

Cientistas criam robô capaz de controlar baratas.

Márcia BizzottoDe Bruxelas



Um grupo de cientistas europeus desenvolveu um tipo de robô capaz de influenciar nas decisões tomadas por grupos de baratas.

“Resultados experimentais demonstram a possibilidade de compartilhar e controlar ações coletivas entre máquinas e animais. Sociedades animais podem ser os primeiros sistemas biológicos onde robôs autônomos e indivíduos vivos colaboram para solucionar problemas”, disse à BBC Brasil o cientista José Halloy, da Universidades Livre de Bruxelas, que coordena o projeto desenvolvido em parceria com a Universidade de Rennes (França) e a Escola Politécnica Federal de Lausanne (Suíça).

“Ainda não sabemos que tipos de problemas poderiam ser solucionados (pela interação entre robôs e seres vivos). É isso que queremos explorar agora”, afirmou Halloy.

O robô-barata tem a aparência de um simples aparelho eletrônico, um pouco maior que uma barata normal, mas foi aceito como mais um membro pela comunidade de baratas. Para conseguir isso, os cientistas revestiram o robô com feromônios que constituem a identidade das baratas.

“A interação entre esses insetos se dá pelo toque e o odor, que se baseia essencialmente em uma mistura de hidrocarbonos que cobre seus corpos. Os robôs são revestidos com essa mesma substância e, quanto mais alta a concentração de feromônio, maior é sua aceitação (pelo grupo)”, disse o coordenador do projeto.

Para melhorar a integração, o robô-barata foi elaborado de forma a reagir espontaneamente às ações das baratas verdadeiras, sem que os cientistas tenham de intervir.



Interação

Uma vez aceito pela comunidade, o robô é capaz de participar e influenciar nas decisões coletivas.

“Os indivíduos, naturais ou artificiais, são considerados equivalentes, e as decisões coletivas emergem de respostas não lineares, baseadas na interação local. Não há um líder, não há uma comparação e não há intercâmbio de informação (entre os insetos)”, disseram os cientistas, que dedicaram cinco anos à pesquisa.

“Cada barata primeiramente procura o lugar mais adequado para ela, mas fica nesse lugar por mais tempo dependendo da quantidade de outras baratas que estiverem ali. Isso ela saberá com base no tato e no odor. O robô tem a mesma atitude, e acaba influenciando as outras baratas porque adiciona mais interação ao sistema”, disse Halloy.

“O mais interessante é que, como grupo, apenas esse tipo de mecanismo é capaz de produzir decisões inteligentes.”

Os cientistas agora querem tentar desenvolver o mesmo tipo de interação com seres vertebrados, como galinhas, com ajuda dos mesmos mecanismos de comunicação utilizados pelo animal escolhido - sons, indicações visuais e organização social.

“Estamos tentando compreender como os indivíduos tomam decisões coletivamente. Uma vez que saibamos isso, podemos compreender que tipo de cooperação podemos conseguir deles”, disse Halloy.

POR: SAMUEL ARAUJO